
Vede o Coração Sagrado
De Jesus, Deus humanado,
Não como uma devoção
Mas compromisso de vida
Para quem n’Ele acredita
E no Seu jeito de amar
Quer aprender a se dar
A todos sem distinção
E até a perdoar,
Com o coração de Jesus
Que, em sofrimento na cruz,
Perdoou ao bom ladrão.
O Coração de Jesus,
É para quem O contempla,
Com fé e amor confiante,
Essa força que sustenta
Os passos do caminhante,
Desanimado e perdido,
Nas curvas da existência,
Porque Ele é o melhor Guia
Disponível noite e dia,
P’ra dar ânimo e coragem,
Apelando à prudência
E à audácia generosa
De quem não teme os espinhos
Mas se encanta com a rosa,
Até ao fim da viagem.
O Coração de Jesus
É Refúgio e Abrigo
De quem se sente em perigo.
É Escola de rectidão,
Verdade, Justiça, Amor,
Que tem por Mestre e Reitor
Jesus, nosso bom Pastor,
Que se dá sem se cansar,
P’ra libertar e salvar
A ovelha desgarrada,
Arriscando a própria vida,
Para incutir mais vigor
À que está fraca e perdida,
E, com Sua mão tratar,
A ovelhinha ferida.
Quando em verdade rezamos
Ao Coração de Jesus,
Será que aí aprendemos
A dar, como Ele, a vida,
Se preciso até à cruz,
Não pela que stá bem forte,
Mas pela enfraquecida
E em perigo de vida,
Por só ver, à sua volta,
Sinais que falam de morte?!
De Jesus, Deus humanado,
Não como uma devoção
Mas compromisso de vida
Para quem n’Ele acredita
E no Seu jeito de amar
Quer aprender a se dar
A todos sem distinção
E até a perdoar,
Com o coração de Jesus
Que, em sofrimento na cruz,
Perdoou ao bom ladrão.
O Coração de Jesus,
É para quem O contempla,
Com fé e amor confiante,
Essa força que sustenta
Os passos do caminhante,
Desanimado e perdido,
Nas curvas da existência,
Porque Ele é o melhor Guia
Disponível noite e dia,
P’ra dar ânimo e coragem,
Apelando à prudência
E à audácia generosa
De quem não teme os espinhos
Mas se encanta com a rosa,
Até ao fim da viagem.
O Coração de Jesus
É Refúgio e Abrigo
De quem se sente em perigo.
É Escola de rectidão,
Verdade, Justiça, Amor,
Que tem por Mestre e Reitor
Jesus, nosso bom Pastor,
Que se dá sem se cansar,
P’ra libertar e salvar
A ovelha desgarrada,
Arriscando a própria vida,
Para incutir mais vigor
À que está fraca e perdida,
E, com Sua mão tratar,
A ovelhinha ferida.
Quando em verdade rezamos
Ao Coração de Jesus,
Será que aí aprendemos
A dar, como Ele, a vida,
Se preciso até à cruz,
Não pela que stá bem forte,
Mas pela enfraquecida
E em perigo de vida,
Por só ver, à sua volta,
Sinais que falam de morte?!
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